
No Dia das Mães, a Maxim celebra a força de mulheres que encontraram no volante uma forma de transformar suas histórias
#maximO Dia das Mães, celebrado np último domingo (10 de maio), é uma data que vai além das homenagens tradicionais. É também um momento de reconhecer a trajetória de mulheres que conciliam a maternidade com o trabalho, enfrentando desafios diários para garantir sustento, dignidade e um futuro melhor para suas famílias. Em meio a esse cenário, mães que atuam como motoristas de aplicativo vêm ganhando espaço, superando preconceitos e mostrando, na prática, que lugar de mulher é onde ela quiser.
Dados recentes apontam que a presença feminina no trânsito ainda é menor em comparação aos homens, especialmente quando se trata de atividades profissionais. No entanto, histórias como a de Ana de Kássia, motorista de moto da Maxim em Castanhal (PA), mostram que essa realidade está em constante transformação.
“Sou uma vencedora, não me rendo à depressão e à ansiedade”
Mãe de dois filhos e moradora de Castanhal, Ana de Kássia encontrou na Maxim uma oportunidade de recomeço. Desempregada na época, conheceu o aplicativo por indicação de uma amiga e decidiu tentar: o processo simples de cadastro e a estrutura oferecida pela empresa foram determinantes para sua escolha.
“Trabalho como motorista de moto e tenho um casal de filhos. Estou há um ano e meio na Maxim, que hoje é minha principal fonte de renda. Gosto muito das taxas mais baixas e do fato de ter um escritório físico na cidade, isso traz mais segurança para a gente”, afirma.
Natural de Maracanã (PA), Ana se mudou com a mãe para Castanhal em busca de melhores oportunidades. Como mãe solo, enfrentou diversos desafios ao longo da vida, mas nunca deixou que as dificuldades definissem sua trajetória. “Já passei por trancos e barrancos, mas sempre segui em frente”, resume.

Além da rotina intensa de trabalho, ela também busca desenvolvimento pessoal. No tempo livre, realiza caminhadas, faz cursos e se prepara para novos desafios: “Inclusive terei a honra de ser a oradora da minha turma de francês”, conta com orgulho. Ainda assim, faz questão de manter o equilíbrio entre vida profissional e familiar: “Decidi trabalhar como motociclista apenas até as 18h, para poder me dedicar aos meus filhos depois desse horário”.
Ao refletir sobre sua história, Ana não hesita em reconhecer sua própria força. “Já enfrentei situações muito difíceis, como um acidente que me deixou acamada e momentos de abuso e assédio na infância. Mas nunca desisti, nunca deixei isso me derrubar. Sou uma vencedora”, declara.
Ela também faz questão de incentivar outras mulheres que vivem realidades semelhantes: “Para as mães solo, eu digo: tentem tirar o melhor das situações e tenham força de vontade. E para as mulheres motoristas, reforço que hoje todas nós temos voz. Não importa quem você é, não podemos deixar o preconceito nos vencer. Eu vou à luta todos os dias”.
“A gente não tem outra opção a não ser superar as barreiras”
Outra história que representa a força das mães motoristas da Maxim é a de Simone de Oliveira, de Caruaru (PE). Aos 50 anos, viúva e mãe de um filho único, ela encontrou no aplicativo uma forma de conquistar uma renda extra e, ao mesmo tempo, manter a autonomia diante das limitações físicas causadas por um grave acidente sofrido ainda na infância.
Nascida em São Paulo, Simone se mudou ainda pequena para Pernambuco, onde o pai possuía negócios. Muitos anos depois, conheceu a Maxim através do filho, João Bento, que realizava corridas e entregas de moto pelo aplicativo. A experiência positiva dele despertou seu interesse em também trabalhar na plataforma.
“É um prazer trabalhar na Maxim, não tenho nada para reclamar. Meu filho me apresentou à empresa e resolvi me cadastrar para fazer uma renda extra com o carro. Acabei gostando do trabalho”, conta. Atualmente, Simone está temporariamente afastada das corridas enquanto resolve questões relacionadas ao seguro do veículo.
Mais do que uma fonte de renda, o trabalho com a Maxim também representa acessibilidade. Simone possui uma deficiência na perna direita, consequência de um acidente de bicicleta sofrido aos 11 anos que causou o deslocamento do seu fêmur. Diante da gravidade do caso, ela considera sua sobrevivência um verdadeiro milagre. Por isso, dirigir se tornou uma atividade que lhe proporciona mais qualidade de vida. “Gosto de trabalhar de carro porque posso ficar sentada, controlar meu próprio tempo e gerenciar os cuidados com a minha perna”, explica.

Apesar das limitações, ela nunca permitiu que a deficiência a impedisse de buscar seus objetivos. “Aprendi a dirigir muito cedo, vencendo meu próprio medo, e hoje possuo 25 anos de carteira de habilitação. Por isso digo que as mulheres que enfrentam dificuldades semelhantes não devem desistir dos próprios sonhos”.
Além do trabalho, Simone também dedica seu tempo ao autocuidado e ao desenvolvimento pessoal. Ela procura manter uma rotina com exercícios leves e cursos para aprimoramento. Outra motivação que a faz gostar da profissão é a possibilidade de conhecer pessoas diferentes no dia a dia. “Também gosto muito de conversar com passageiros divertidos e ouvir histórias diferentes”, relata.
Assim como Ana, Simone e tantas outras mulheres, mães motoristas da Maxim seguem transformando suas realidades por meio do trabalho, da coragem e da determinação. São histórias que inspiram, quebram estigmas e mostram que, apesar dos desafios, é possível construir novos caminhos.
No Dia das Mães, a Maxim reafirma seu compromisso em valorizar e apoiar essas mulheres, reconhecendo sua importância não apenas como profissionais, mas como protagonistas de suas próprias histórias.